Hoje revi umas fotos de quando era mais jovem e percebi duas coisas: ser velho é acumulo de chatice. Um jogo quando está na fase “50” já não é mais o mesmo quando você estava aprendendo. A emoção do início, a novidade, enfim... o começo é feliz, mas tem uma hora que você aprende quais botões mexer, situações que deve evitar, etc. Na moral, o jogo começa a ficar chato. A vida seria a mimese de um jogo? Somos mais felizes na juventude? Seria isso uma reflexão de um velho saudosista de 25 anos? Ou seria a realidade e um indício de onde está a felicidade? Quando olhamos pra nossa juventude, percebemos uma série de erros, é óbvio. Mas nesta fase nós parecíamos ser mais felizes. A partir dessa observação podemos ter uma conclusão: A felicidade pode ser definida como o conjunto de momentos no passado que contém, como maioria, os momentos felizes enquanto estávamos em fase de aprendizado. Eu me perguntei: Como posso reviver esses momentos? A tristeza de não poder revivê-los tomou conta de mim. Mas ao mesmo tempo a reflexão me levou a perceber que a felicidade pode estar em constante aprendizados de coisas que temos pouco domínio. O novo parece ter uma boa ligação com pessoas felizes.