
Neste episódio partilhamos "Como é que vamos começar", de Patrícia Portela e Leonor Barata, 1 de 22 conversas da edição "Je suis Bovary". Arranque de "Je Suis Bovary", um remix de várias "conversas ao vivo" em tempo de conversas mediadas. Bate-papo à volta do amor sem agendas, sem planos médicos ou educativos, sem preocupações etárias ou éticas, orientações sexuais ou outras. Este é um objeto precioso que queremos muito partilhar. Porque é uma conversa ao vivo, num tempo de conversas mediadas. Porque esta conversa ciranda à volta do amor de forma inocente e íntima, sem agendas, sem planos médicos ou educativos, sem preocupações etárias ou éticas, orientações sexuais ou outras, assumindo contradições, confundindo o que se sente quando tudo se sente com o que não se consegue sentir. Porque trocar ideias, literaturas e chatices com o melhor amigo é tão antigo como a invenção da roda. Tão antigo como abrir uma garrafa de vinho e partilhar o último bocado de pão e queijo que se tem na despensa. Tão antigo como o estatelanço magnânimo quando nos atiramos de braços abertos para a pessoa errada, ou a genialidade do momento perfeito que não arde nem dura mas conta com a ajuda dos deuses e dos poetas para fazer História nas nossas biografias. Porque tagarelar não é só uma arte que nos mantém vivos e nos confirma que nos amamos com regularidade sem precisarmos de anéis, contratos ou presentes. É também um verbo que se conjuga com muita dificuldade no condicional. Já tentaram? Dá um animado começo de conversa. Disponível em versão física e digital em: boca.pt/product/je-suis-bovary