
O ciclo "Sem casas não haveria ruas" teve início na Casa Fernando Pessoa, em Fevereiro. Este foi o primeiro gesto de uma colaboração mensal entre as duas casas de autor de Lisboa e a editora BOCA, e pretende criar espaço e tempo para a leitura em tempo real de textos essenciais. A começar este trabalho a várias mãos, lembrámos Nuno Bragança. A resistência da linguagem sai reforçada nos seus textos que, por essa razão, entre tantas outras que nem precisariam de existir, foram revisitados na data que marcou os 30 anos da sua morte. Nuno Bragança é construtor e implicado, no texto e com o texto, provocador, revolucionário. "Nuno Bragança (1929-1985)- Debaixo de um freixo que por acaso é um pinheiro seco" 7 de Fevereiro de 2015 "A Noite e o Riso", "Directa", "Square Tolstoi", Lisboa, a raia, Paris, atravessados pela leitura de Nuno Moura, Fernando Alves e João Pinto Nogueira. Para fechar o sábado, continuámos em direcção ao Cais do Sodré, com leituras (Nuno Moura) e música (Luís Bastos na guitarra acústica e clarinete) no Musicbox (ex-Texas Bar), das quais resultou a gravação deste excerto. Uma colaboração da Casa Fernando Pessoa [http://casafernandopessoa.cm-lisboa.pt/] com a Fundação Saramago [http://www.josesaramago.org/], a BOCA [http://boca.pt/boca.html] e o Musicbox [http://www.musicboxlisboa.com/]. Mais informação em boca.pt/product/sem-casas-nao-haveria-ruas