
Ao voltar o olhar para o próprio corpo durante a experiência da quarentena, nosso interlocutor percebe que suas cicatrizes delimitam o território das histórias que marcaram o seu corpo físico. Por outro lado, muitas dessas cicatrizes não são físicas, e estão gravadas em lugares onde os olhos não podem ver e nem as mão podem tocar. Essa é a reflexão de hoje da nossa série Sobre vivências: cicatrizes são histórias. Siga o nosso ARTEcast na sua plataforma de streaming ou tocador de podcast favorito! Aproveite para seguir a Bodoquee a Trama no Instagram para mais conteúdos exclusivos!