
A crise na Rússia no final de semana mostrou como análises apressadas podem ser muito erradas e, até certo ponto, constrangedoras. Ditos especialistas em relações internacionais cravaram que mercenários do grupo Wagner poderiam tomar Moscou como se fosse uma tarefa banal. E Putin, que comanda o país com mão de ferro desde 2000, sairia do poder. Por que as análises estão cada vez mais apressadas? Elas não estão aí exatamente para dar mais profundidade aos assuntos do momento?