
Uma viagem de carro de 14 horas, um sono que eu lutei pra não sentir… e um trauma antigo que eu nem percebi que ainda morava em mim. O que aconteceu ali no banco do passageiro me fez enxergar como experiências antigas continuam dirigindo comportamentos que não fazem mais sentido na vida que eu tenho hoje. Por que a gente faz o que a gente faz? Por que reagimos de formas que racionalmente não concordamos? E o quanto as nossas versões antigas ainda seguram o volante quando o caminho já é outro? Entre neurociência, espiritualidade e uma boa dose de honestidade, esse episódio é um convite pra você observar quais comportamentos seus nasceram de dor — e já poderiam ter sido aposentados com amor. Se existe um “não posso dormir no carro” dentro de você… é hora de perguntar: quem tá decidindo por mim — eu de hoje ou eu do passado?