
Conservador cê conserva tanto preconceito, conversa pelos cotovelos. Tu vê-los, teus conceitos, sem revê-los direito, cês não enxergam direito, relevaram muito fácil suas contradições e seus erros. Que bons costumes são esses que costumam me dar ânsia? Desinformação, intolerância e o louvor à ignorância. Tenho pavor desse sabor de água benta envenenada com ganância, trauma e dor, fragância de almas torturadas. Terapias que não foram dadas, matérias que não foram estudadas, e uma eterna injustiça na vida que nunca deu em nada. Mais fácil abraçar o impossível e viver escorado no mito seja da vida, da morte ou do infinito, ou dessa políticagem de micos. Dessa nossa reciclagem de lixos. É o tal super-herói da pátria, puta merda, pútrida falácia. Põe podridão nisso, promessas, perdas propositais, políticos promíscuos. E o pior e que mais pesa, uma pena, apenas 500 mil mortes banais. Um brinde, aos bons costumes, ao passado glorioso, ao além, a um Deus misterioso. Ao nosso presidente, o todo poderoso, e ao abatedouro, misericordioso. . Poema de Bruno Rosário Interpretação: Bruno Rosário Arte Elis e Allan Apoio Coletivo Cultural Vianinha