
Nos últimos dias, circulou a notícia de que um grupo de artistas adquiriu uma obra de Pablo Picasso e, depois, queimou o original, vendendo uma versão digital na forma de NFT – "eternizando", assim, a obra de arte, segundo eles mesmos. Mas será válido esse tipo de "substituição" do concreto pelo virtual; da coisa-em-si pelo símbolo? Venha pensar comigo essa questão. Contato: cadernojota@gmail.com Instagram: @julianavarella Site: cadernojota.com.br