
É possível que um instrumento de conexão e escuta, criado a serviço da vida, nos leve para caminhos opostos ao seu propósito? E quando esquecemos que a teoria não vive por si só, mas é permeada pela vida de quem a aplica? Quando anulamos a nossa subjetividade em nome de uma teoria e, em consequência, abafamos a subjetividade do outro? Em um papo cheio de energia, honestidade e entrega, Elisama e Alexandre falam sobre as suas experiências e percepções sobre o sileciamento das nossas emoções. Dá o play e aproveita mais um episódio do Café com cuscuz!