
Iniciamos o mês de abril aprendendo a cuidar do nosso pote de fé. Ela é adoçante para os momentos amargos, combustível que impulsiona motores, cobertor que agasalha nas noites frias e calçado que protege os pés nos trechos de asfalto áspero. Andrea Queiroz nos mostrou que a fé não é líquido parado, mas, sim, água que nasce na fonte divina e flui. Ora delicada tocando as margens do rio, ora volumosa como as ondas do mar. Porque a fé é movimento, é ação; ela vive para contagiar, acender e renascer.