
No episódio anterior Paranóia ou Mistificação, ouvimos a professora Eliana Asche, doutora em filosofia da Educação e docente de Língua Portuguesa da Sociologia e Política – Escola de Humanidades, contextualizar a Semana de Arte Moderna de 1922. A reação hostil das elites culturais conservadoras e contrárias às mudanças foi importante para que os jovens modernistas decidissem pelo confronto, cujo o maior evento foi a apresentação pública no Teatro Municipal de São Paulo. No episódio de hoje, contaremos novamente com a professora para entendermos as raízes do modernismo brasileiro e a vertente conservadora e fascista que surgiram deste movimento de ruptura que representou a Semana de Arte Moderna de 1922. Acompanhem.