
A recuperação judicial do Vasco virou motivo de uma discussão que ultrapassou as finanças do clube. José Américo, advogado e jornalista, afirmou que Mauro César não poderia emitir opinião jurídica sobre o assunto por não possuir inscrição na OAB. Mas o debate ganhou outra dimensão quando o advogado e administrador judicial Bruno Chatack Marins analisou documentos públicos da recuperação e apresentou números sobre lucro, fluxo de caixa, deságios, gastos e o novo financiamento DIP. A Vasco SAF encerrou 2025 com lucro líquido de R$ 81,2 milhões, mas o resultado teve forte influência dos efeitos contábeis decorrentes da própria recuperação judicial. Ao mesmo tempo, a receita cresceu, os custos permaneceram elevados e o caixa sofreu forte deterioração em 2026. Em março, houve entrada extraordinária de R$ 121,2 milhões em direitos econômicos de atleta. Meses depois, os recursos estavam novamente pressionados e o Vasco precisou obter autorização para um novo financiamento DIP de R$ 40 milhões. Também analisamos o que realmente diz o Estatuto da Advocacia, a diferença entre opinião pública e consultoria jurídica, as preocupações do Conselho Fiscal e as novas regras de sustentabilidade financeira da CBF. QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.br TWITTER I @BlogSerFlamengo INSTAGRAM I @BlogSerFlamengo #Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Vasco