
A relação do Flamengo com São Judas Tadeu começou em 1953, num dos períodos mais difíceis do clube. Sem conquistar o Carioca desde 1944, o Rubro-Negro encontrou em Padre Góes, torcedor apaixonado, o elo entre fé e futebol. Ele levou o elenco para uma missa, pediu que todos acendessem velas e fizessem seus pedidos ao santo das causas impossíveis. A partir dali, vieram o título de 1953, o bi de 1954 e o tri de 1955. Padre Góes virou personagem das celebrações, sempre no gramado abençoando jogadores, distribuindo terços e acompanhando o time com o Manto por baixo da batina. Com o tempo, São Judas foi entronizado na Gávea, passou a fazer parte do vestiário e se tornou padroeiro do Flamengo. A tradição atravessou presidentes, sacerdotes, vitórias decisivas, como o famoso “acaba de chegar São Judas Tadeu”, de Apolinho, no gol de Pet em 2001, e consolidou uma devoção que faz parte da identidade rubro-negra. Neste vídeo, você acompanha a trajetória completa: de Padre Góes ao monsenhor Bessa, do padre Benedito à presença do santo no dia a dia do clube, além de um resumo da própria história de São Judas Tadeu e de como ele virou símbolo da esperança cristã no mundo. QUER FALAR E INTERAGIR CONOSCO?: CONTATO I contato@serflamengo.com.br SITE I serflamengo.com.br TWITTER I @BlogSerFlamengo INSTAGRAM I @BlogSerFlamengo #Flamengo #NotíciasDoFlamengo #Flamengo130Anos