
Mesmo sendo um homem cis, Caio sempre deixou bem explícito em seu texto, a reverberação do feminino e da sucubal face pertencente a todos nós. No conto “Até oito: minha polpa macia” Abreu ecoa a voz e as incompletudes de uma mulher (Dorvalina) de quase 30 anos (de)idade. Para além das questões machistas, Caio sangra arcaicas feridas e escreve com a alma de que, somente um homem-feminino, conseguiria exprimir. Põe o fone e vem? · Link do trabalho acadêmico utilizado nesse episódio: http://repositorio.furg.br/bitstream/handle/1/8988/TESE_SIMONE%20DAMASCENO%20GUARDALUPE.pdf?sequence=1 https://www.youtube.com/watch?v=gkoWuEzSeYk · Link do Livro desse episódio: http://www.cyvjosealencar.seed.pr.gov.br/redeescola/escolas/26/700/16/arquivos/File/Livros/Caio%20Fernando%20Abreu/Melhores%20Contos.pdf · Contato via E-mail: bandejardel@gmail.com caoticoinglorio@gmail.com https://www.instagram.com/caoticoingloriocast/ https://www.instagram.com/jardelbr_/ https://twitter.com/CaoticoInglorio