Ele cresceu ouvindo Inezita Barroso e Dorival Caymmi. Suas cores prediletas são o verde e o branco (algo a ver com um certo time de São Paulo? 🤔) – “Meu coração se esverdeou”, ele costuma dizer. O cheiro de pamonha vai lá para os idos das décadas de 1960 e 70 na cidade de Limeira, interior de São Paulo, onde em um sítio, que tinha 15 sócios, todos levavam suas famílias para jogar bocha, entre outras diversões que davam leveza a sua infância. Uma tradição que atravessou gerações. O que também atravessou gerações é o encanto pela produção, por instrumentos e tudo que envolve a música, ... pela alegria, que já foi angústia, ao ouvir uma canção. Nosso convidado é Nelson Bomilcar, músico, compositor, produtor, escritor, pastor e teólogo, tem muitas histórias para nos contar sobre cada uma dessas facetas que têm dado propósito em sua vida.