
A liturgia desta Sexta-feira Santa começa com a prostração dos sacerdotes, em vez do habitual beijo inicial. É um gesto de especial veneração ao altar, que se encontra desnudado, sem nada, recordando o Crucificado na hora da Paixão. Rompe o silêncio uma terna oração em que o celebrante apela às misericórdias de Deus – “Reminiscere miserationem tuarum, Domine” – e pede ao Pai a proteção eterna que o Filho nos conquistou com seu sangue, isto é, dando sua vida por nós. (João 18,1-19,42)