
Não é a primeira vez que falo sobre este tema, achei pertinente falar mais uma vez de forma diferente por perceber o quanto este tema invade os consultórios de psicologia. Se o autoconhecimento é o caminho para nos conhecermos talvez esse tema seja central: o quanto performamos na nossa vida? O quanto performamos para que o outro não nos abandone ou para sustentar a fragilidade emocional do outro? Quais as consequências disto? Qual o caminho de cura? Vamos para mais um episódio?