
Empresas e países têm apostado em finanças verdes, em especial no mercado de carbono como forma de reduzir a pegada ambiental. Neste sentido, no dia 08 de março, foi anunciada a possibilidade de uma bolsa de valores no Rio de Janeiro, voltada para finanças verdes. Foi assinado um protocolo de intenções para a compra e venda de créditos de carbono e ativos ambientais, como energia, clima e florestas. No cashless desta semana, discutimos os principais objetivos e os pontos positivos de uma bolsa de valores no Rio de Janeiro voltada para ESG. Um objetivo que se destaca é trazer a movimentação do mercado de carbono ao país, que parte da premissa que o Rio tem um grande potencial. No vídeo, também explicamos como se dá a dinâmica desse mercado de carbono já atuante no mundo. Entenda a discussão em nosso vídeo. Links: - Rio quer retomar protagonismo nas finanças com 'Bolsa Verde': https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2021/09/rio-quer-retomar-protagonismo-nas-financas-com-bolsa-verde.shtml - COP26: finanças verdes ganham força na discussão sobre como financiar economias sustentáveis https://www.youtube.com/watch?v=-NHS3R1P8tA&list=PLvZdUvzfGwBpMeoeTkxiQG77bVU8oogjd - ESG no Brasil: veja os primeiros resultados da agenda de sustentabilidade no sistema financeiro: https://www.youtube.com/watch?v=-7yLkyHpjWg Apresentadores: Carlos Ragazzo – Presidente do Conselho do Instituto Propague e professor da FGV-Rio Bruna Cataldo – Pesquisadora do Instituto Propague e doutoranda em economia