
Em Mateus 11:11 Jesus fala sobre João Batista. João era único, com história parecida com a de Cristo, e quem O anunciou. Era carregado de autoridade, pregava o arrependimento, em especial para os mesmos hipócritas que Jesus confrontou. Com fala rude, não pregava a mensagem de Cristo, mas a mensagem que existia até então, sobre a necessidade do arrependimento e batizava a partir dele. Ele não fazia milagre, pregava para QUEM faria milagre, batizava com água, mas Jesus batiza com fogo. João Batista viveu pouco e fez muito! Ele viveu a essência da sua autoridade, mas não teve a chance de viver o poder. Não viveu o derramar. Quando dizemos “sim” para um chamado, recebemos uma autoridade. O batismo do arrependimento é o início da missão. Não tem como dar o próximo passo na missão sem passar pelo arrependimento. Jesus tinha a autoridade para pregar e o poder para gerar transformação. Em João havia a autoridade de quem aceitara a missão, mas não o poder. Quando dizemos sim para a comissão, Deus nos dá autoridade, mas o poder vem do encontro com Ele. O arrependimento é a parte crucial de quem nós somos como Igreja, do nosso chamado, da nossa comissão. Temos dificuldades de aceitar que estamos errados. Devemos ignorar detalhes do que gostaríamos, em prol do Evangelho verdadeiro. A Igreja que prega o Evangelho vai confrontar. Vai nos incomodar. Quando a igreja para de confrontar, ela deixa de ser igreja. Quando começamos a ficar ofendidos pela posição da igreja, é porque não queremos nos arrepender. Quando deixamos menos de nós, temos mais dEle. “Eu vim para que vocês tenham vida; vida em abundância” - Mateus 10:10 Se dissermos “sim” à comissão, recebendo a autoridade, e “sim” ao encontro com Deus, recebendo o poder, vamos avançar para o Ide do Senhor. Não tem como dizermos sim para Deus e sim para nós mesmos. Quando escolhemos Ele, escolhemos uma vida em abundância. Pr. Robson Lima