
O Evangelho que a Igreja proclama hoje nos traz a perícope do homem de mão seca. Situado no contexto de mais um conflito entre Jesus e os mestres da Lei, este episódio, lido desde uma perspectiva espiritual, nos revela nossa radical incapacidade de amar e praticar o bem. Porque, sem a graça de Cristo, sem o qual nada podemos fazer, somos como o bronze que soa ou o címbalo que retine.