
No Evangelho de hoje, o Senhor se encontra com o jovem rico, em quem vê com grande amor um enorme potencial de santidade: ele, como folha verde e cheia de vida, observa fielmente os Mandamentos; mas, como folha ainda presa à árvore, não se deixa levar pelo sopro do Espírito Santo, porque está apegado aos amores e afetos deste mundo. E nós, que tipo de folha temos sido? Limitamo-nos a cumprir o dever, como se já fosse o bastante, ou deixamos que a graça de Deus conquiste o nosso coração, para sermos elevados ao único Amor pelo qual vale a pena deixar tudo?