
Há um século e meio, na comuna de Ars, leste da França, morria um sacerdote santo: João Maria Vianney. Quem é este homem, a quem acorriam multidões de peregrinos buscando conselhos espirituais e a absolvição dos pecados? Quem é este “pároco de aldeia”, que transformou um lugar no qual “se adoravam as bestas” em uma cidade cheia de piedade e devoção eucarística? Quem é este padre, a quem o demônio chamava “comedor de batatas”, e que se macerava com inúmeras mortificações pela salvação das almas?