
Mato Grosso do Sul segue na meta de se tornar carbono neutro em 2030. Para isso, a pesquisa é fundamental, como é o caso do projeto do qual faz parte o engenheiro agrônomo e doutor em genética e melhoramento, Paulo Eduardo Teodoro, que analista a quantidade de gás carbônico (CO2) no solo em uma área com seis diferentes espécies de eucalipto.