
Ao todo, 50 sul-mato-grossenses morreram, em janeiro deste ano, em decorrência da Influenza. O número é quase metade do total de mortes registradas no Estado em 2016, ano em que o país viveu uma epidemia da doença. Naquele ano, foram 103 óbitos. A diferença, no entanto, está nos subtipos. Em 2016, foram 95 mortes por Influenza A H1N1, uma morte não subtipada e mais sete por Influenza B. Já nos primeiros dias deste ano, todos os óbitos foram por H3N2. Segundo a infectologista Ana Lucia Lírio, a preocupação agora é com a cepa Darwin, responsável pelo avanço da doença. Saiba mais!