
Neste final de semana um assunto de destaque no noticiário capixaba foi o acidente envolvendo o empresário Luiz Bessa, de 34 anos, que fazia um voo duplo quando caiu do parapente na região da Rampa do Urubu, em Viana. Ele não resistiu aos ferimentos da queda e morreu. O acidente aconteceu na manhã do domingo (12). O assunto trouxe a discussão o riscos da prática desse tipo de atividade e é sobre esse assunto que a gente conversa, agora, com Marx Loureiro, presidente da Federação Capixaba de Voo Livre (FCVL). O presidente afirma que estão sendo coletadas mais informações técnicas sobre o acidente do final de semana, mas sinaliza que os acidentes podem ocorrer por diversas variáveis. O presidente também trouxe orientações para se minimizar o risco de acidentes. "É um esporte fascinante, mas perigoso", explica. Entre as orientações para os interessados na prática estão procurar o site da Federação para se informar sobre escolas de treinamento homologadas, não comprar equipamentos pela Internet sem prévia consulta junto a especialistas e se ter conhecimento técnico para praticar a atividade. Em nota publicada no final de semana, a Federação apontou, por exemplo, que "cada acidente tem variáveis que se somam e podem/devem ser analisadas e comparadas a cada voo, a cada pouso. Nunca se repetirão as circunstâncias, porém, de forma analítica, podemos dizer que os acidentes acontecem por uma sequência de fatores e motivos, que, se não forem entendidos, passamos a sofrer do pânico e perdemos a credibilidade nas questões de segurança". Ouça as explicações completas!