
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou, neste mês, o início de um estudo clínico de fase 1 para avaliar a segurança do uso da polilaminina, proteína que se mostrou capaz de regenerar lesões na medula espinhal, e cinco pacientes vão receber a substância. A substância vem sendo estudada há mais de 20 anos pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). O composto é uma versão recriada em laboratório da laminina, proteína presente no desenvolvimento embrionário e que ajuda os neurônios a se conectarem. O médico do Espírito Santo, Olavo Borges Franco, integra o grupo de pesquisa. Ele explica que os pacientes estavam numa fase de "uso compassivo" da proteína.