
Em todo o país, filas gigantescas de eleitores se formaram durante o 1º turno das Eleições 2022. A regra do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) era de tentar quatro vezes a autenticação do eleitor por biometria antes de usar a identificação visual e documental. O receio agora é que, mesmo com menos candidatos na votação, o problema persista no 2º turno. O advogado eleitoral Ludgero Liberato faz uma análise o problema desse domingo. Segundo ele, foram decorrentes da adoção do sistema de reconhecimento por biometria, que é, na avaliação dele, uma ferramenta imprescindível para a constante melhoria da segurança do nosso sistema de votação. Em entrevista à CBN Vitória nesta segunda-feira (03), Ludgero Liberato afirmou que a quantidade de tentativas em realizar a biometria pode ser revista pelos técnicos do TSE. Confira.