
Nesta semana, um fato novo havia reacendido a esperança de localizar parentes de Clarinha, menina sem identificação oficial e que está em coma há 21 anos no Hospital da Polícia Militar (HPM). As caraterísticas físicas eram compatíveis a de uma criança mineira de 1 ano e 9 meses que havia sido raptada no final da década de 1970, em Guarapari. Contudo, uma análise comparativa entre os perfis genéticos de Clarinha e dos pais da criança sequestrada, foi concluída e a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG), que analisava o caso, atestou que a Clarinha não é a menina sequestrada. As buscas, portando, continuam. Clarinha foi atropelada no dia 06 de junho de 2000, no Centro de Vitória. Em coma, ela ficou um ano internada no Hospital São Lucas, em Vitória e depois foi transferida, onde está até hoje, para o Hospital da Polícia Militar (HPM). Até hoje não se sabe a identidade verdadeira da paciente. Em entrevista à CBN Vitória, o médico e coronel da reserva Jorge Potratz, que acompanha a paciente de perto, afirma as esperanças de achar a família da paciente devem permanecer. Mesmo aposentado, Potratz continua visitando Clarinha regularmente e acompanha o caso do ponto de vista médico.