
As digitais de Clarinha, atropelada no ano 2000, sem documentos oficiais, e que morreu no último dia 14 de março, foram identificadas pelo Departamento Médico Legal pela primeira vez. A informação foi confirmada nesta quarta-feira (20) pelo perito oficial criminal João Carlos Quemeli, que atua no Laboratório de Necropapiloscopia Forense da Polícia Civil do Espírito Santo. O perito detalhou como conseguiu as digitais da Clarinha, após a sua morte. Segundo ele, alguns pacientes que ficam muito tempo internados podem perder as chamadas 'cristas papilares', os relevos das digitais. Assim, é necessário buscar as digitais na derme, que é a 2ª camada da pele. A digital do polegar e os dados já estão em um banco de dados nacional. Em 2016, eles só conseguiram fragmentos desta digital, Ouça a conversa completa!