
A Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) manteve, este ano, 13 pesquisadores na lista de cientistas mais influentes do mundo, segundo um levantamento realizado pela Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. A classificação é baseada na quantidade de citações recebidas em artigos científicos ao longo do ano anterior.Para entender o que faz o trabalho destes especialistas ser tão bem reconhecido dentro e fora da sala de aula, a CBN Vitória dá início a uma série de entrevistas especiais com os cientistas do Espírito Santo que são tidos como referências.Entre os nomes citados na lista está o do capixaba Júlio Fabris, professor do departamento de Física da Ufes. Há mais de quatro décadas ele se dedica a atuação científica. Atualmente, é coordenador do Grupo de Astrofísica, Cosmologia e Gravitação da Universidade e pesquisador do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tencológico (CNPq). Nos últimos anos, vem se concentrando no estudo do setor escuro do universo, analisando elementos que podem até levar a uma revisão da teoria da gravidade de Newton. Ouça a conversa completa sobre sobre os desafios de fazer ciência no Brasil e a relevância da cosmologia para compreender o passado e o futuro do universo.