
O Brasil é o segundo maior consumidor de metilfenidato do mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Defesa dos Usuários de Medicamentos. O nome da substância pode parecer estranho, mas sua denominação comercial é amplamente disseminada entre a população: a "Ritalina". O medicamento é um psicoestimulante da classe das anfetaminas que excita o sistema nervoso central e é utilizado no tratamento de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e narcolepsia. Mas entre estudantes e concurseiros, o remédio recebeu a alcunha de "pílula de inteligência", envolto na promessa de aumentar a capacidade de concentração e turbinar a inteligência. Mas esse uso indiscriminado é cercado de perigos. É o que explica Fernando Freitas, professor e pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública da Fundação Oswaldo Cruz (ENSP/Fiocruz), em entrevista à CBN Vitória. Acompanhe!