
Um tema que chamou a atenção nos últimos dias é o caso da supermodelo canadense Linda Evangelista que revelou nas redes sociais que um efeito colateral raro da criolipólise, a hiperplasia adiposa paradoxal (HAP), a deixou “permanentemente deformada”. O procedimento, que visa reduzir as células de gordura, teve um efeito contrário, aumentando a região submetida ao tratamento. "Desenvolvi hiperplasia adiposa paradoxal ou HAP, um risco que não conhecia antes de me submeter aos procedimentos", disse ela na quarta-feira em uma postagem em sua conta pessoal no Instagram. Na mesma rede social, Evangelista também revelou que vai processar a empresa que realizou o tratamento. Mas, afinal, o que é esse procedimento? Quais seus riscos? Em entrevista à CBN Vitória, a dermatologista Pauline Lyrio, pós-graduanda em Cosmiatria e Procedimentos Estéticos pelo Albert Einstein e especialista da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), fala sobre assunto!