
Um levantamento feito no Espírito Santo mostrou que 30% das armas usadas em crimes e que possuíam números de série foram oriundas do mercado legal. Os armamentos tinham proprietários registrados no sistema da Polícia Federal, mas de alguma forma foram parar na criminalidade. O estudo foi uma iniciativa da Secretaria Estadual de Segurança Pública, em parceria com o Instituto Sou da Paz. Para combater o tráfico de armas, o Espírito Santo implantou um projeto-piloto pioneiro denominado "Modelo Integrado de Controle de Armas". Quem traz os detalhes é o diretor de Integração e Projetos Especiais do Instituto Jones dos Santos Neves (IJSN), Pablo Lira, em entrevista à CBN Vitória.