
O Instituto de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema-ES) terá prazo de 60 dias para tomar providências em relação ao prazo de medição do chamado pó preto na Grande Vitória. A recomendação foi feita pelo Ministérios Públicos Federal (MPF) e Ministério Público do Estado do Espírito Santo (MPES). Segundo as instituições, a decisão foi tomada após moradores da Grande Vitória relatarem que houve um aumento do “pó preto” em suas residências. Em nota informaram que, "os Ministérios Públicos recomendam que o Iema/ES apresente, em até 60 dias, proposta e cronograma para a instalação de uma rede automática de monitoramento de poeira sedimentável. O projeto deve considerar as melhores tecnologias, nacionais e internacionais, disponíveis que permitam o monitoramento - se possível identificação das fontes e/ou origem - e a resposta rápida de controle ao aumento da poeira em toda a Região Metropolitana de Vitória". Em entrevista à CBN Vitória, o diretor-presidente do Iema-ES, Alaimar Fiuza, fala sobre o assunto.