
Uma organização criminosa vinha burlando o sistema do Departamento de Trânsito do Espírito Santo (Detran-ES) para conseguir falsificar exames toxicológicos de motoristas de ônibus e caminhoneiros que pagavam para não serem flagrados após uso do chamado "rebite", estimulante que aumenta o estado de alerta, reduz e cansaço e é usado ilegalmente por motoristas para estender a jornada à noite. Os detalhes de como funcionava o esquema foram mostrados em reportagem de Roger Santana, da TV Gazeta, no Fantástico, da TV Globo, no domingo (2). Em entrevista à CBN Vitória, o promotor de Justiça, Luiz Agostinho Abreu da Fonseca, coordenador do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) no Sul, fala sobre o assunto.