
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), agência de saúde dos Estados Unidos, está considerando atualizar suas orientações sobre máscaras devido ao avanço da Ômicron e recomendar as máscaras N95, que são mais protetoras contra a variante. A nova cepa já é prevalente no Brasil e é responsável por 97% das infecções por Covid-19 no Espírito Santo em janeiro. O Estado tem registrado recordes de casos nos últimos dias. Muito comuns desde o início da pandemia, as máscaras de pano e cirúrgicas já não são suficientes para garantir uma maior proteção contra a Ômicron. Em entrevista à Rádio CBN Vitória, o físico Vitor Mori, pesquisador da Universidade de Vermont (EUA) e membro do Observatório COVID-19BR, explica que como a variante é mais transmissível, as medidas de proteção devem acompanhar o risco, então, é preciso usar uma máscara melhor.