
Na semana passada, mais um caso de violência contra a mulher chocou o Espírito Santo. Luana Demonier, de 25 anos, assassinada com 19 facadas pelo ex-namorado, no meio da rua, quando voltava do trabalho para casa, no bairro Vila Capixaba, em Cariacica. Mas, por que o feminicídio ainda é uma realidade no Estado? E o que falta para acabarmos com episódios como esse? Para responder essas perguntas, convidamos duas especialistas. A professora Brunela Vicenzi, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) e a defensora pública Fernanda Prugner, integrante do Núcleo Especializado de Defesa dos Direitos da Mulher (Nudem) da Defensoria Pública do Espírito Santo (DPES). Acompanhe!