
Você já viu um radar coberto em saco plástico? Pois essa é uma cena que se tornou comum entre motoristas que passam pelas rodovias estaduais do Espírito Santo. A situação se repete em todos os 160 radares espalhados pelas vias por um único motivo: o fim de um contrato. A operação dos equipamentos é feita por empresa terceirizada que coloca os próprios radares para realizar o serviço de fiscalização eletrônica. Porém, com a finalização dos contratos não é possível permanecer com a aferição de velocidade e é necessário retirá-los, em até 30 dias após acabar o acordo de serviço, segundo o Departamento de Estradas e Rodovias do Espírito Santo (DER-ES). Como está dentro do período para retirar as caixas de verificação da velocidade, a empresa decidiu colocar as sacolas plásticas para sinalizar o que são radares e o que são cerco eletrônico. Em entrevista à CBN Vitória, o diretor-presidente do DER-ES, José Eustáquio de Freitas, fala sobre o assunto.