
Depois de duas décadas recebendo cuidado e carinho da equipe do Hospital da Polícia Militar (HPM) "Clarinha", como ficou conhecida a mulher sem registro oficial atropelada em 2000, morreu na última quinta-feira (14). Ela passou mal ainda pela manhã e teve uma broncoaspiração. Apesar dos esforços da equipe médica, ela não resistiu. A informação e confirmação da morte foi comunicada pelo médico que cuidou da paciente e sempre esteve ao lado dela nestas mais de duas décadas, o coronel Jorge Potratz. O caso da paciente "misteriosa" ganhou repercussão após a história dela ter sido contada em uma reportagem no Fantástico. Clarinha, como era chamada pela equipe médica, foi atropelada no Dia dos Namorados, em 12 de junho de 2000, no Centro de Vitória. Seis exames de DNA deverão ser feitos para comparar amostras de pessoas que alegam ser familiares da Clarinha. A informação é do médico Jorge Potratz, em entrevista nesta terça-feira (19) à rádio CBN Vitória.