
Em fevereiro deste ano começou a ser aplicada no país a vacina bivalente contra a covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina melhora a imunidade contra o vírus da cepa original e também contra a variante Ômicron e tem perfil de segurança e eficácia semelhante ao das vacinas monovalentes. O Ministério incluiu, no fim de março, pessoas com comorbidades nos grupos prioritários que podem receber uma dose de reforço da vacina bivalente da Pfizer contra a doença. Ainda hoje, persistem dúvidas sobre a vacinação. Pouco mais de um mês depois de iniciada, a cobertura vacinal está muito abaixo do esperado, com apenas 12% dos 63 milhões de brasileiros aptos a se vacinar efetivamente imunizados. Uma das principais razões para isso é o novo efeito dominante das fake news sobre os imunizantes. Em entrevista à CBN Vitória, o Doutor em Imunologia, Daniel Gomes, professor de Medicina da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), fala sobre o assunto.