
O Ministério da Saúde liberou os municípios a aplicarem a vacina da Pfizer como substituta para a segunda dose que deveria ser da AstraZeneca. Isso ocorre por causa da escassez do fornecimento de novas doses do imunizante desenvolvido pela Universidade de Oxford/Fiocruz. Há risco de se faltar doses da D2 da AstraZeneca para 3 milhões de pessoas. Em uma nota técnica, o Ministério da Saúde explica que a troca desses imunizantes é recomendada "em situações de exceção, onde não for possível administrar a segunda dose da vacina com uma vacina do mesmo fabricante, seja por contraindicações específicas ou por ausência daquele imunizante no país". Acompanhe a análise de Ethel Maciel.