
Hoje quero te contar uma história... Nela, teremos duas personagens: Ana Clara e Janaina. Ana Clara é psicoterapeuta, 38 anos, atua há 10 anos em consultório. Se tornar profissional dessa área foi um caminho consequente de suas buscas constantes de si mesma e da vontade imensa que sempre teve de diminuir o sofrimento humano. Janaina é empresária, 45 anos, está passando por uma crise pessoal e em seu relacionamento. Relata ter insônia, algumas compulsões, questiona sua forma de vida e suas escolhas. Sente que de alguma forma se perdeu de seus desejos, sonhos e sente que está em uma relação tóxica, pouco sintônica... Sente medo de se separar e, ao mesmo tempo, deseja se separar... está casada a 10 anos com seu segundo esposo. Ana Clara e Janaina se conheceram através do processo terapêutico. Ana Clara é a psicoterapeuta de Janaína e estão em processo há 4 meses. Ana Clara percebe padrões em Janaína, percebe padrões em seus relatos, identifica insegurança como motivador da não separação (parece que Janaina não suporta ficar só), percebe que Janaina carrega feridas de infância e parece projetar na vida adulta. Percebe que Janaina parece não se abrir muito no processo e percebe, percebe, percebe... Minhas perguntas para você agora são: • O quanto dessas percepções todas, acima relatadas, são julgamentos e podem estar nublando a visão terapêutica de Ana Clara? • Será possível Ana Clara conseguir estar com Janaina, e suas angústias, para além desses filtros de percepção? • De que forma essas percepções todas, de Ana Clara, podem realmente ajudar Janaina? Obviamente que essa é uma história fictícia e ela tem o objetivo de te convidar a refletir comigo o Como viver o não julgamento na prática clínica! Tenho certeza de que esse tema é um dos maiores desafios no encontro terapêutico e, por isso tenho, certeza de que você estará lá para saber como Ana Clara vem encontrando caminhos para esse processo 😉👍🏻. ✔ LIVE: Como viver o não julgamento na prática clínica.