
Imagine uma mulher “com dores de parto, e com ânsias de dar à luz”. Agora imagine um “grande dragão vermelho, que tinha sete cabeças e dez chifres”, pairando sobre a mulher, pronto para, quando “[desse] ela à luz, lhe devorasse o filho” (Apocalipse 12:2–4). Para entender esses versículos da revelação de João, lembre-se de que essas imagens representam a Igreja e o reino de Deus, e o perigo com que se defrontam. Para os santos que passaram por grandes perseguições nos dias de João, a vitória sobre o mal não parecia provável. Essa vitória também pode ser difícil de ser prevista em nossos dias, quando o adversário está em “guerra [contra os] santos” e tem “poder sobre toda tribo, e língua, e nação” (Apocalipse 13:7). Mas o fim da gloriosa revelação de João mostra que o bem prevalecerá sobre o mal. Babilônia cairá. E os santos “[virão] da grande tribulação” com túnicas brancas — não porque suas túnicas nunca haviam sido manchadas, mas porque os santos “lavaram as suas vestes e as branquearam no sangue do Cordeiro” (Apocalipse 7:14).