
Logo após Sua Ressurreição, o Salvador fez uma profecia que deve ter trazido preocupação para Pedro. Ele previu que, quando Pedro fosse martirizado por conta de sua fé, seria carregado “para onde [não quisesse] (…), significando com que morte havia ele de glorificar a Deus” (João 21:18–19). Quando Pedro escreveu essa carta, sabia que seu martírio profetizado estava próximo: “Brevemente hei de deixar este meu tabernáculo, como também nosso Senhor Jesus Cristo já me revelou” (2 Pedro 1:14). Mas ainda assim as palavras de Pedro não expressavam medo ou pessimismo. Em vez disso, ele ensinou aos santos a “[se alegrarem]” mesmo que estivessem “contristados com várias tentações”. Ele os aconselhou a se lembrarem de que a “prova da [sua] fé” os conduziria ao “louvor, e honra, e glória, na revelação de Jesus Cristo” e à “salvação das [suas] almas” (1 Pedro 1:6–7, 9). A fé de Pedro foi confortadora para aqueles primeiros santos, assim como aos santos da atualidade, que também são “participantes das aflições de Cristo, para que também na revelação da sua glória [se regozijem e se alegrem]” (1 Pedro 4:13).