
Todos nós precisamos abandonar certas coisas para poder aceitar o evangelho de Jesus Cristo — maus hábitos, crenças incorretas, relacionamentos nocivos ou outras coisas. Para os gentios do início da Igreja cristã, a conversão geralmente significava o abandono de deuses falsos. Para os hebreus (ou os judeus), a conversão se mostrou, se não mais difícil, pelo menos um pouco mais complicada. Afinal, as crenças e as tradições que eles tanto estimavam estavam enraizadas na adoração do Deus verdadeiro e nos ensinamentos de Seus profetas ao longo de milhares de anos. Mesmo assim, os apóstolos ensinavam que a lei de Moisés havia sido cumprida em Jesus Cristo e que uma lei maior era agora o padrão para os crentes. Aceitar o cristianismo significava que os hebreus deveriam deixar de lado suas crenças anteriores e sua história? A carta aos Hebreus busca responder a essas questões ensinando que a lei de Moisés, os profetas e as ordenanças eram todas importantes, mas Jesus Cristo é maior do que elas (ver Hebreus 1:1–4; 3:1–6; 7:23–28). De fato, todas essas coisas eram um símbolo de Cristo e testificavam Dele como o Filho de Deus e o Messias prometido que os judeus aguardavam. A conversão, nos primórdios da Igreja e também nos dias de hoje, significa colocar Jesus Cristo no centro da nossa adoração e da nossa vida. A conversão significa agarrar a verdade e abandonar tudo aquilo que nos afasta Dele, pois Ele é “o autor da eterna salvação para todos os que lhe obedecem” (Hebreus 5:9). Estude aqui: https://www.churchofjesuschrist.org/study/manual/come-follow-me-for-individuals-and-families-new-testament-2023/45?lang=por