
Em 1971 filiou-se à Aliança Renovadora Nacional (Arena), partido político favorável à Ditadura Civil-Militar instalada no país em abril de 1964. Ao longo da década de 1970, exerceu diversos cargos públicos em Osasco, entre os quais os de presidente da Companhia de Água e Esgotos (1974-1975), presidente da Fundação Instituto Tecnológico de Osasco (FITO) e presidente da Pró-Osasco, entidade de planejamento ligada à prefeitura do município (1975-1976)[1]. Em novembro de 1978, conquistou uma vaga na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo. Com a extinção do bipartidarismo em novembro de 1979 e a consequente reformulação partidária, filiou-se ao Partido Democrático Social (PDS), partido sucessor da Arena, mas em 1981 transferiu-se para o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), legenda pela qual encerrou seu mandato de deputado estadual em janeiro de 1983[2]. Retornando ao PDS em 1986, entre 1988 e 1994 foi secretário de Obras Públicas da Prefeitura de Osasco. Nesse período, em 1992, abandonou mais uma vez o PDS e ingressou novamente no PTB[3]. Filiado desde 1994 ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), candidatou-se a uma vaga na Câmara Federal nas eleições de outubro. Durante a campanha eleitoral, contou com o apoio de Francisco Rossi, seu primo-irmão, ex-prefeito de Osasco e candidato do PDT ao governo de São Paulo. Com um total de 48.139 votos[4], elegeu-se deputado federal por São Paulo, assumindo o mandato em fevereiro de 1995 passando a integrar, nesse mesmo ano, a executiva municipal do PDT de Osasco e a comissão diretora provisória regional do PDT., vindo a ser seu presidente regional. Transmissão: Rede Boa Vontade de Rádio - RBV - Exibição: 20/08/2002