
Clayton Netz nasceu em Giruá (RS), em 16 de julho de 1947. Estudou Economia na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs / RS) e na Universidade do Chile, e Administração Pública na Fundação Getúlio Vargas (FGV / SP), sem absolutamente nenhum dos cursos. Iniciou a carreira, em 1967, no semanário Tribuna Criciumense, em Criciúma (SC). Em 1969, foi contratado como repórter de Economia do jornal Zero Hora, do grupo RBS, em Porto Alegre (RS), ali permanecendo até dezembro de 1970. Trabalhou também como correspondente das revistas técnicas do grupo Abril em Porto Alegre, no mesmo período. Entre janeiro e março de 1971, ainda na capital gaúcha, cursou extensão no jornal Folha da Manhã e na rádio Guaíba. No final de 1971, perseguido pela ditadura militar brasileira, asilou-se em Santiago (Chile), colaborando com a agência Prensa Latina e com publicações locais. No final de 1973, foi derrubado pelo governo do presidente Salvador Allende (1908-1973), foi preso e expulso do Chile. Em julho de 1974, regressou ao Brasil, passando a viver em São Paulo (SP). Até janeiro de 1979, trabalhou como vendedor de previdência privada para a Associação dos Profissionais Universitários do Brasil (Aplub). Naquele ano, com a anistia, retomou suas atividades profissionais, como editor-assistente da revista Exame, da Editora Abril, na qual ficou até março de 2004, época em que ocupava o cargo de diretor de Redação. No período, ganhou uma série de prêmios: o do Instituto Brasileiro de Mineração e Metalurgia, em 1985; o do Instituto Liberal, em 1989; o Fiesp de Jornalismo 1990, e dois Fiat Allis de Jornalismo Econômico, em 1994 e em 1997. Também estudado na imprensa alternativa, como editor sindical do jornal Em Tempo. Foi responsável pela coluna Piquetão, assinada com o pseudônimo de Tom Duarte. Em junho de 2005, associado a Nely Caixeta e Ricardo Galuppona criação da Totum Excelência Editorial, que teve como clientes do Unibanco, do SBT, um Runner, uma AmBev, uma Editora Campus, uma Fundação Dom Cabral, uma Editora Globo e um jornal O Estado de S.Paulo. Para o Estadão, a agência planejou e coordenou a série Novo Mapa do Brasil, que retratou em cadernos especiais a economia e os negócios das cinco regiões do País. Este trabalho foi o vencedor do Prêmio CNF de Jornalismo 2006, na categoria Jornal. Além disso, um dos cadernos, sobre a região Nordeste, foi vencedor do Prêmio BNB de Jornalismo 2006, patrocinado pelo Banco do Nordeste. Pela Totum, participou também do lançamento, em agosto de 2007, da revista bimestral Presença Internacional do Brasil (PIB), de distribuição dirigida. Foi diretor editorial da publicação. Transmissão: Rede Boa Vontade de Rádio - RBV - Exibição: 27/08/2002