
A primeira parte da reforma tributária proposta pelo Ministério da Economia quer acabar com um benefício que reduz o custo na produção de livros. Se aprovada, o governo passará a arrecadar 12% sobre a receita bruta das editoras. Atualmente, existe uma lei que isenta o mercado de livros de pagar PIS e Cofins. A equipe do ministro Paulo Guedes propõe substituir as duas contribuições federais pela CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), com alíquota de 12%, e acabar com o benefício ao mercado editorial. Com o fim da isenção, o valor do tributo cobrado desde o fabricante de papel até o varejista deve ser repassado ao consumidor final, e o livro ficará mais caro. Na coluna de hoje, Tássia Veríssimo fala um pouco sobre os problemas dessa taxação e discute os pontos principais da pesquisa "Retratos da Leitura no Brasil" realizada pelo Instituto Pró-Livro Aqui vocês encontram o link para acessar a pesquisa na íntegra: https://www.prolivro.org.br/wp-content/uploads/2020/12/5a_edicao_Retratos_da_Leitura-_IPL_dez2020-compactado.pdf Até o próximo CHÁ ! #NAOATAXACAODOLIVRO #VIRADAODALEITURA #DIAMUNDIALDOLIVRO