
16 de fevereiro de 2018 – Chamado de Amor e de Conversão do Sagrado Coração Eucarístico de Jesus Minha dolorosa Paixão começou Cenáculo, quando me reuni com os Doze, para celebrar a Páscoa. Minha dolorosa Paixão é totalmente Eucarística, porque começou com a Fração do Pão. Sacramentalmente sacrifiquei meu corpo. “Tomem e comam de meu Corpo”, lhes disse. E logo tomei o Cálice e lhes disse: “Tomem e bebam de meu Sangue”. Entreguei sacramentalmente meu Sangue. Meu Corpo, na Mesa Eucarística, começou a ser sacrificado por Amor a todos vocês. Terminada essa Ceia, fui despedir-me de minha Mamãe. Alentei minha Mãe, para que seguisse crendo, que ao terceiro dia ressuscitaria. Meu Coração estava destroçado. Meu Coração, ainda agora, está destroçado. O egoísmo e a soberba são os reis da vida do homem. Eu vim para dar vida e luz. Mas o homem quer estar submergido na morte e nas trevas. A teimosia (nota do tradutor: “cerrazón” em espanhol tem estes sentidos = a “teimosia” – “estreiteza de espirito” – “obstinação” – “torpeza”) de seus corações faz-me sofrer tanto! Filhos Meus: são tão egoístas. São tão duros e frios de coração, que se tornaram incapazes para compreender a Voz de Deus. Meu Coração ainda se entrega em cada Eucaristia, atualizando Meu Sacrifício. Muitos se esquecem que na Eucaristia estou dizendo ao meu Pai: “Perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”. O Coração que de verdade quer amar-me, se converterá em um coração simples, um coração que saiba escutar. Mas sobretudo, um coração que com amor possa obedecer. Meu precioso corpo, que começou a entregar-se na Ceia Pascal, deseja nutri-los. Não rejeitem mais minha voz. Contemplem e pensem continuamente, que minha Paixão também é Eucaristia. Abençôo-os com Amor. Perdôo-os com Misericórdia. Em Nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo. Amém. Ave Maria Puríssima, sem pecado original concebida.