
Sua trajetória confirma a inesgotável criatividade que garante o permanente surgimento de novos cartunistas. Começou publicando em um jornal de bairro de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, em 1995, passando depois a desenhar tirinhas no Jornal do Brasil e na revista MAD. Ainda lançou uma coletânea pelo extinto selo Barba Negra da editora Leya, chamado Ultralafa. O reconhecimento do seu talento mereceu prêmios no Salão Internacional de Humor de Piracicaba e no Salão Carioca de Humor. Sobre a motivação de publicar diariamente suas charges nas redes sociais, diz que foi um tiro no pé atentar contra a cultura do país, pois mexeu com os chargistas e colocou a categoria mais mobilizada. Miguel e Aroeira atestam que seus cartuns são, além de tudo, logomarcas, logotipos de humor de grudar nos olhos. Sintéticos e sofisticados. Este é Daniel Lafayette, o Lafa. Produção: Rádio GARAGEM (emauro@palestrativa.com.br) Edição: Agência MIRAGEM